MPTO denuncia falta de efetivo e investigações paradas na Polícia Civil do Tocantins
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Foto: Divulgação
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) ajuizou uma Ação Civil Pública contra o Governo do Estado por causa da situação crítica da Polícia Civil, que enfrenta déficit de 1.272 servidores, delegacias fechadas e investigações paralisadas.
O caso mais grave ocorre em Alvorada, onde a delegacia opera com apenas cinco servidores e acumula centenas de inquéritos atrasados, alguns sem movimentação desde 2014. O MPTO relata ainda falhas no atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica, com dezenas de pedidos de medidas protetivas sem resposta.
Sem concurso há mais de dez anos, a corporação sofre com aposentadorias e falta de reposição. O promotor André Felipe Santos Coelho pede à Justiça reforço imediato de pessoal e equipamentos, um mutirão de inquéritos e um plano de reestruturação da Polícia Civil.
“Omissão do Estado compromete o combate ao crime”, afirmou o promotor.
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