Salários sem trabalhar: servidora da Aleto é condenada por improbidade
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Foto: Rondinelli Ribeiro/Cecom TJTO
Uma servidora da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) foi condenada por improbidade administrativa após receber salários enquanto residia na Europa entre 2008 e 2017. A Justiça determinou o ressarcimento de R$ 1.484.511,50 aos cofres públicos. Cabe recurso da decisão.
A mulher trabalha como auxiliar administrativa desde 1992. Segundo o processo, ela esteve ausente do Brasil em diversos períodos, sem cumprir jornada de trabalho. A ausência foi comprovada por registros da Polícia Federal.
O juiz Roniclay Alves de Morais determinou, além do ressarcimento, a perda da função pública, multa civil equivalente ao valor do dano, suspensão dos direitos políticos por cinco anos e proibição de contratar com o poder público.
A defesa alegou que as ausências foram motivadas por saúde e autorizadas, mas os argumentos foram rejeitados. A Aleto ainda não se manifestou. O nome da servidora não foi divulgado.
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