Justiça condena homem a 30 anos em Araguaína por estupro de vulnerável iniciado em 2008
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Foto: Divulgação
A Justiça condenou um homem a 30 anos e 11 meses de prisão em regime fechado por estupro de vulnerável contra a própria filha, em Araguaína. O caso, investigado desde 2015, veio à tona após exames de DNA confirmarem que o acusado era pai e avô de um bebê nascido de sua filha adolescente. A sentença foi proferida nesta terça-feira (9).
A denúncia surgiu quando o Hospital e Maternidade Dom Orione comunicou ao Ministério Público do Tocantins (MPTO) o nascimento da criança. A vítima, então com 13 anos, relatou que sofria abusos desde os 9, entre 2008 e 2015. Segundo depoimentos, o homem utilizava ameaças e manipulação emocional para manter o silêncio da filha.
A prisão preventiva do acusado foi decretada em setembro de 2015, mas ele fugiu e só foi capturado este ano de 2025, no Pará.
O julgamento ocorreu no Juizado Especial de Combate à Violência Contra a Mulher de Araguaína, com atuação do promotor de Justiça Matheus Eurico Borges Carneiro. As investigações foram conduzidas, à época, pelos promotores Sidney Fiori Júnior e Ricardo Alves Peres.
O caso corre em segredo de Justiça e ainda cabe recurso. Para o MPTO, a decisão representa um marco de responsabilização e reforça a necessidade de fortalecer a proteção a crianças e adolescentes contra crimes de violência sexual.
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